terça-feira, 10 de novembro de 2015

Sindicato quer negociação salarial mais ágil 
Para sindicalista, demora prejudica tanto os trabalhadores quanto os empregadores
Na mesa de negociação coletiva com o pessoal do MINASPETRO (à esquerda), o presidente do SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini (o 1º à direita), sempre pede agilização do processo negocial. (A foto, do Arquivo “O Combate”, registra flagrante da reunião realizada na Superintendência Regional do Trabalho, em Belo Horizonte, no dia 21 de janeiro de 2014, durante a campanha salarial de 2013.)
     Em entrevista ao jornal “O Combate”, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região – SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini, disse esperar que o processo de negociação salarial do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais (MINASPETRO), que representa os postos de combustíveis de Minas, com as entidades sindicais que representam os trabalhadores desses estabelecimentos neste Estado, seja mais ágil neste ano. “Esperamos que desta vez não haja a demora que sempre houve. No que depender de nós, estamos prontos para colaborar, como sempre, para a agilização da negociação coletiva. E queremos crer que o Sindicato patronal também vai colaborar para isso” – afirmou o sindicalista.
     Na negociação salarial de 2014, por exemplo, somente depois de cinco rodadas de negociação é que, finalmente, o SINTRAPOSTO e as outras entidades participantes do processo negocial conseguiram fechar acordo e encerrar a negociação com o MINASPETRO.
     Segundo Guizellini, a demora na negociação coletiva sempre prejudica tanto os trabalhadores quanto os empregadores. “Aliás, podemos dizer que prejudica até mais os empregadores do que os trabalhadores, pois quando a nova Convenção Coletiva de Trabalho é celebrada, os empregadores têm de pagar todas as diferenças salariais acumuladas desde a data-base da categoria, já que o aumento salarial tem efeito retroativo a 1º de novembro (data-base), o que evidentemente sobrecarrega financeiramente os patrões” – explica o sindicalista. Em seguida, ele acrescenta: “Pior é que eles ainda têm de pagar os encargos sociais com multa por causa do atraso, já que pagam, nesse caso, fora do prazo”.
     Guizellini lembra que “os trabalhadores, por sua vez, também são prejudicados pela demora do processo negocial, porque, assim, não recebem salários reajustados no tempo certo, ou seja, no mês seguinte à data-base”.
     Mas o sindicalista ressalta que o prejuízo dos trabalhadores não é tão grande quanto o prejuízo da classe patronal, porque, quando a Convenção é celebrada, os trabalhadores, que vinham recebendo salários sem reajuste, ganham o aumento salarial e recebem todas as diferenças salariais acumuladas desde a data-base. “Isso às vezes chega a ser uma boa ‘bolada’, como se os trabalhadores tivessem feito uma caderneta de poupança para depósito do dinheiro correspondente ao reajuste salarial conquistado pelo Sindicato para a categoria” – frisa Guizellini.
     Em seguida, ele salienta: “Mas a verdade é que o atraso da negociação coletiva sempre prejudica de alguma forma tanto os empregadores quanto os trabalhadores, razão pela qual achamos que tanto os Sindicatos trabalhistas quanto o Sindicato patronal precisam se empenhar ao máximo no sentido de que não haja demora na negociação para celebração da nova Convenção Coletiva de Trabalho da categoria”.
     E Guizellini arremata: “Por isso, estamos dispostos, como sempre, a fazer tudo o que pudermos para a agilização da negociação salarial. De nossa parte, jamais haverá qualquer problema para que o processo de negociação com o Sindicato patronal seja mais ágil. E esperamos que a negociação com vistas à data-base deste ano seja agilizada. Mas vale lembrar que isso depende principalmente do Sindicato patronal, pois os Sindicatos trabalhistas sempre têm interesse em agilizar o processo negocial”.
 FONTE : O COMBATE 
Frentista que se afastou do trabalho após ser assaltado consegue vitória na JustiçaEle sofreu três assaltos à mão armada e ficou traumatizado
depois de ficar na mira dos revólveres dos bandidos
    A empresa Camargo e Sarmento Comércio de Combustíveis Ltda. foi condenada pela Juíza do Trabalho, Ana Luiza Fischer Teixeira de Souza Mendonça, em atuação na 5ª Vara do Trabalho de Juiz de Fora, a pagar ao seu ex-empregado Isaías Inácio de Oliveira as verbas rescisórias típicas da dispensa sem justa causa em vez daquelas que são devidas em caso de demissão por justa causa. É que a magistrada rejeitou expressamente a tese defendida pela empresa, que alegou abandono de emprego do trabalhador. Ao declarar a rescisão indireta do contrato de trabalho, a juíza julgou procedentes os pedidos do trabalhador de pagamento de aviso prévio, 13º salário proporcional, férias proporcionais acrescidas da gratificação de um terço e indenização de 40% do FGTS sobre a integralidade do saldo de FGTS do período do contrato de trabalho.
     Isaías trabalhava como frentista-caixa durante jornada noturna no mencionado posto de gasolina, sendo que a partir de 21h ficava sozinho até às 6h do dia seguinte. Após sofrer três assaltos à mão armada no local de trabalho, ficando na mira dos revólveres dos bandidos, Isaías não retornou mais ao seu posto de trabalho. “É que ele ficou traumatizado, sentindo muito medo e verdadeiro pavor durante o trabalho. Os assaltos lhe causaram sérios transtornos psíquicos, levando-o a ficar com medo até de ir trabalhar no estabelecimento. Sendo frentista-caixa, Isaías era obrigado a acumular recebimentos de dinheiro durante seu trabalho noturno, sem qualquer segurança, o que era motivo de angústia pelo temor de assaltos” – explica o advogado João Batista de Medeiros, que é integrante do Departamento Jurídico do SINTRAPOSTO-MG e defende o trabalhador no processo.
     A empresa, então, tentou dispensar Isaías por justa causa por abandono de emprego. Mas a juíza considerou legítimo o afastamento do trabalhador do ambiente de trabalho, acolhendo a sua tese de rescisão indireta do contrato de trabalho. Na sentença, após salientar que “se afigura razoável concluir que o trabalhador, após ser vítima de assaltos à mão armada, encontre-se temente por sua própria vida e sinta-se ameaçado de correr perigo manifesto de mal considerável”, a magistrada afirma que “tais circunstâncias fáticas encontram perfeita guarida na hipótese legal descrita no artigo 483, alínea c, da CLT, tendo o autor legitimamente se valido do direito de aguardar o desfecho processual sem comparecer ao trabalho”.
     O posto de combustíveis não recorreu da sentença, mas o trabalhador recorreu, pedindo à Turma Recursal de Juiz de Fora a condenação da empresa ao pagamento de reparação por dano moral. Medeiros afirma que “é devida a indenização por dano moral não só porque é evidente a culpa da empresa pela ausência de dispositivos de segurança no local de trabalho, o que era imprescindível por se tratar de estabelecimento alvo fácil de ladrões, haja vista a assustadora onda de assaltos a postos de combustíveis que vem abalando Juiz de Fora, mas também porque o caso admite, inclusive, o reconhecimento da responsabilidade objetiva (quando não há culpa da empresa), em função do perigo constante a que seus empregados, inclusive o Isaías, estavam submetidos, com potencial risco de assalto em decorrência do tipo de estabelecimento e do local de trabalho durante a calada da noite”.

FONTE : JORNAL " O COMBATE"
Sindicalista espera que decisão da Justiça que beneficiou frentista “sirva de exemplo”
     Ao tomar conhecimento do resultado do processo que beneficiou o frentista Isaías Inácio de Oliveira (ver matéria na primeira página), o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região – SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini,disse esperar “que essa justa e correta decisão da Justiça sirva de exemplo e tenha um valor pedagógico, contribuindo para que outros postos de combustíveis tomem as devidas providências no sentido de oferecer a seus empregados um bom ambiente de trabalho, adotando, inclusive, as tão necessárias medidas preventivas de segurança”.
     De acordo com Guizellini, “os postos de combustíveis precisam proporcionar aos seus empregados um mínimo de segurança no local de trabalho para minimizar o risco da atividade, pois os frentistas não podem ficar constantemente expostos a potencial risco de serem roubados”.
     No caso de Isaías, o sindicalista salienta que “não há dúvida de que houve grave ofensa à sua integridade física, psíquica e moral, em face do temor a que ele ficou constantemente exposto, sendo que cabe lembrar também a situação de terrível stress a que uma pessoa é submetida nesses casos, haja vista tratar-se de estabelecimento alvo de notória onda de assaltos que vem aterrorizando a nossa Cidade, o que justifica perfeitamente o procedimento do trabalhador de se afastar do trabalho e pedir à Justiça a declaração da rescisão indireta”.


FONTE : JORNAL " O COMBATE"

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

ASSALTOS

Dois postos de combustíveis assaltados em apenas 15 minutos
     Em apenas 15 minutos, dois postos de combustíveis foram assaltados em Juiz de Fora na noite de sexta-feira, 25 de setembro. De acordo com informações da Polícia Militar, às 21h15, dois bandidos, munidos de armas de fogo, renderam dois frentistas, de 22 e 27 anos, e roubaram R$ 1.521 do posto situado no Acesso Norte, na altura do Bairro Barbosa Lage, Zona Norte. A PM foi chamada e fez rastreamento, mas nenhum suspeito foi encontrado.
     Quinze minutos depois, outro posto de combustíveis foi assaltado. Desta vez, o alvo foi um posto localizado na Avenida Brasil, na região central. Segundo a PM, dois ladrões chegaram de moto ao local e, com um revólver calibre 32, renderam um frentista, de 49 anos, e roubaram R$ 1.700. A PM fez buscas nas imediações, mas não encontrou nenhum suspeito.

FONTE : JORNAL O COMBATE

ASSALTOS !!!

Frentistas e clientes de postos
correm risco de morte

Posto foi assaltado duas vezes em menos de uma semana
     Em entrevista ao jornal “O Combate”, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região - SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini, avaliou a Assembleia Geral Extraordinária realizada pelo Sindicato no dia 9 de setembro para tratar da questão da onda de assaltos a postos de combustíveis na Cidade. Ele considerou “muito positivo” o resultado da assembleia, salientando que “foi uma ótima oportunidade para os frentistas e a direção do Sindicato trocarem experiências, informações e ideias sobre o assunto”.
     O sindicalista voltou a dizer que está muito preocupado com a integridade física de todos os frentistas, mas principalmente daqueles que trabalham à noite, quando os assaltos são mais frequentes. E ressaltou que a entidade vai fazer tudo o que estiver ao seu alcance para que a onda de assaltos a postos de combustíveis em Juiz de Fora seja contida o mais depressa possível. “O crescimento assustador do número de crimes desse tipo na Cidade justifica a adoção urgente de uma série de medidas que sejam capazes de conter essa onda de assaltos, sendo que isso deveria causar enorme preocupação a todos, e não só a nós, frentistas, pois essa escalada da violência está pondo em risco a saúde e a vida não só dos trabalhadores, mas também dos transeuntes e clientes dos postos de combustíveis, como aconteceu recentemente, por exemplo, num posto situado na Avenida Deusdedit Salgado, onde um empresário e outro homem também foram vítimas dos bandidos” – afirmou Guizellini.
     Realmente, isso aconteceu na noite de 17 de setembro. Poucos minutos depois das 20h daquela quinta-feira, três ladrões encapuzados e armados com revólver chegaram ao posto de combustíveis, que fica na Avenida Deusdedit Salgado, no Bairro Salvaterra, Zona Sul, e anunciaram o assalto, rendendo dois frentistas, de 27 e 30 anos. Os bandidos apontaram suas armas na direção das vítimas e desferiram coronhadas contra um terceiro homem, de 31 anos, que se encontrava no local. Os larápios roubaram R$ 800 do caixa do posto, e mais a carteira, com cartões e documentos, de um empresário, de 51 anos, cujo veículo estava sendo abastecido. Quando a Polícia Militar chegou ao local, o homem agredido e o cliente assaltado não estavam mais lá. Os policiais fizeram rastreamento na região, mas não encontraram os assaltantes.
Seis dias depois desse violento assalto que vitimou, além dos dois frentistas, um terceiro homem e um empresário, esse mesmo posto de combustíveis voltou a ser alvo de ladrões.
     O novo assalto ao posto situado na Avenida Deusdedit Salgado ocorreu por volta das 20h30 de quarta-feira, 23 de setembro, quando dois frentistas, de 23 e 30 anos, foram rendidos. Com um facão, com cerca de 50cm de lâmina, os bandidos ameaçaram as vítimas e anunciaram o assalto. Em seguida, levando dinheiro, fugiram de bicicleta por uma estrada vicinal de acesso ao Bairro Sagrado Coração de Jesus, sendo perseguidos em um trecho por um terceiro frentista. A Polícia Militar foi chamada e conseguiu deter os suspeitos, dois adolescentes, de 16 e 17 anos,  que ainda tentaram se livrar de parte do dinheiro roubado. O facão foi apreendido, e R$ 287 foram recuperados. Segundo a PM, os adolescentes confirmaram a participação no roubo e foram conduzidos, juntamente com seus responsáveis, para a 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil.
     Para Guizellini, “essa questão é muito grave e está a exigir a tomada urgente de medidas preventivas de segurança por parte dos donos dos postos de combustíveis, para inibir a ação de bandidos e potencializar a segurança nos postos de gasolina da Cidade, não só por causa da necessidade de se proteger os frentistas em seu local de trabalho, o que é uma obrigação legal do empregador, mas também porque, além dos frentistas, os próprios clientes dos postos também estão correndo sérios riscos de morte, o que provavelmente fará com que os clientes deixem de abastecer seus veículos nos postos assaltados”.
     Finalizando, Guizellini voltou a alertar os frentistas a não reagirem a assalto e nem perseguirem bandido. “Os frentistas não devem reagir quando forem abordados por ladrões, pois a reação a assalto é sempre muito perigosa. Além disso, os frentistas não podem e não devem perseguir e nem identificar bandido. Isso não faz parte das funções do frentista. Isso é muito perigoso e é função da Polícia, que é preparada e treinada para tanto. Vale lembrar que a orientação da Polícia Militar é exatamente esta” – salienta o sindicalista.

FONTE : JORNAL O COMBATE
entidades dos frentistas de MG se reúnem em JF e traçam diretrizes para campanha salarial
O presidente do SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini (à esquerda), o diretor da FENEPOSPETRO-MG, Hozano Silva, e o assessor do SINPOSPETRO-POÇOS, Raimundo Gama,participando da reunião das entidades dos frentistas de MG, no dia 17 de setembro, na sede do SINTRAPOSTO-MG, em JF
       A exemplo do que aconteceu nos anos anteriores, as entidades sindicais que representam os empregados dos postos de combustíveis de Minas Gerais vão novamente atuar em conjunto na próxima campanha salarial da categoria, cuja data-base (ocasião de reajuste salarial e renovação da Convenção Coletiva de Trabalho da classe) é 1º de novembro. É o que ficou definido na reunião realizada no dia 17 de setembro, na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região – SINTRAPOSTO-MG, nesta Cidade.
     As entidades resolveram se reunir para tratar de assuntos de interesse dos trabalhadores representados por elas, especialmente o estabelecimento de diretrizes e estratégia de atuação em conjunto na próxima campanha salarial.MsoNormal">      Iniciando a reunião, o presidente do SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini, leu a Pauta de Reivindicações elaborada e apresentada pela Federação Nacional dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo (FENEPOSPETRO). Em seguida, o diretor da Federação, Hozano Félix Silva, propôs a adoção da referida pauta pelas entidades presentes, para que, juntas, elas atuem em conjunto na próxima campanha salarial da classe, utilizando pauta unificada. Tal proposta foi aprovada por unanimidade.
     Assim, na próxima campanha salarial da categoria, estarão novamente atuando em conjunto, com pauta unificada, as seguintes entidades que representam os empregados dos postos de combustíveis de Minas Gerais: SINTRAPOSTO-MG (que representa os frentistas de Juiz de Fora e Região); FENEPOSPETRO (que representa os frentistas onde não há base territorial de Sindicato da categoria); Sindicato dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo, Lava Rápido e Troca de Óleo de Belo Horizonte e Região – SINPOSPETRO-BH; Sindicato dos Empregados em Postos de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Uberaba e Região; Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo, Lava-Rápido e Troca de Óleo do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba; e Sindicato dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Poços de Caldas e Região – SINPOSPETRO-POÇOS.

FONTE : JORNAL O COMBATE

CAMPANHA SALARIAL

Frentistas iniciam campanha salarial
    O Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região – SINTRAPOSTO-MG (que representa os empregados dos postos de gasolina, lojas de conveniência, lava-rápidos, estacionamentos e garagens da Cidade e da Região) realizou Assembleia Geral Extraordinária no dia 25 de setembro, abrindo, assim, a campanha salarial da categoria, cuja data-base (ocasião de reajuste salarial e concessão de outros benefícios aos trabalhadores) é 1º de novembro.
     Durante a assembleia, os trabalhadores discutiram e aprovaram por unanimidade a pauta de reivindicações a ser negociada com o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais (MINASPETRO) e manifestaram total apoio à diretoria do Sindicato trabalhista na luta por melhorias salariais e melhores condições de vida e de trabalho para toda a categoria.
     O presidente do SINTRAPOSTO, Paulo Guizellini, dirigindo a assembleia, agradeceu a participação e o apoio dos presentes e ressaltou que “todos os companheiros trabalhadores, inclusive os que não puderam comparecer à assembleia, têm o dever de apoiar a direção deste Sindicato nesta hora difícil em que estamos abrindo a nossa campanha salarial de 2015 para iniciarmos brevemente novo processo de negociação com o Sindicato patronal objetivando a obtenção de um bom acordo salarial e outros benefícios para a importante classe profissional representada pelo SINTRAPOSTO”.
     Logo depois, Guizellini afirmou: “Nós, trabalhadores, como sempre, estamos esperando, mais uma vez, que o Sindicato patronal tenha bom-senso e sensibilidade na mesa de negociação para compreender o sofrimento da nossa categoria diante da defasagem salarial”.
     Em seguida, o sindicalista acrescentou: “Por isso, estamos aguardando a negociação coletiva para lutarmos na mesa de negociação a fim de conseguirmos um reajuste salarial capaz de eliminar as perdas salariais decorrentes da inflação e garantir um ganho real para aliviar um pouco o sofrimento da nossa laboriosa categoria profissional”.
     Guizellini informou que o SINTRAPOSTO incluiu novamente na pauta da próxima negociação coletiva o pedido de adoção, pelas empresas, de medidas preventivas de segurança contra assaltos a postos de combustíveis na Região. Isso porque na resposta do MINASPETRO, enviada ao SINTRAPOSTO no dia 20 de julho, sobre o encontro quadrimestral realizado na sede do SINTRAPOSTO, em Juiz de Fora, no dia 24 de junho, quando o Sindicato trabalhista pediu a adoção de tais medidas, consta que o MINASPETRO aceitou incluir na negociação coletiva o compromisso de tratar deste assunto na próxima data-base.
     O SINTRAPOSTO já encaminhou ao MINASPETRO a pauta aprovada pela categoria, juntamente com um ofício pedindo o agendamento de uma reunião para negociação das propostas dos trabalhadores contidas na referida minuta.
O presidente do SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini (à esquerda), o diretor da FENEPOSPETRO-MG, Hozano Félix Silva, e o assessor do SINPOSPETRO-POÇOS, Raimundo Odilon Gama,participando da reunião das entidades dos frentistas de Minas Gerais, no dia 17 de setembro, na sede do SINTRAPOSTO-MG, em Juiz de Fora.