quarta-feira, 29 de outubro de 2014

SINDICATO DÁ ORIENTAÇÕES DE COMO PROCEDER DIANTE DE ASSALTO.

Sindicato orienta trabalhadores sobre como PROCEDER diante de  assalto!

Falando a este jornal, o presidente do SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini, passou orientações aos empregados dos postos de combustíveis por causa da onda de assaltos a esses estabelecimentos. E voltou a aconselhar o trabalhador a nunca reagir diante desses crimes, lembrando que a Polícia Militar sempre orienta a não reagir a assalto. “Realmente, o frentista não deve reagir quando for abordado por ladrões, pois a reação a assalto é sempre muito perigosa” – afirmou o sindicalista.
     De acordo com Guizellini, “qualquer funcionário de posto que for assaltado deve primeiramente procurar manter a calma e responder ao assaltante apenas o que ele lhe perguntar. Além de não reagir, também não deve tentar fugir, não fazer movimento brusco e nem deixar de avisar o assaltante quando fizer qualquer movimento, pois o bandido pode achar que o trabalhador está reagindo e baleá-lo. Também não deve perseguir o ladrão, pois isso é muito perigoso. Em seguida, o trabalhador deve procurar se afastar do local do crime e imediatamente chamar a Polícia telefonando para o 190. Após registrar o Juiz de Foracrime no boletim de ocorrência policial, o frentista assaltado deve comunicar o fato ao SINTRAPOSTO-MG, podendo fazê-lo pelos telefones 3216-3181 e 3213-7565, para que a entidade possa tomar as providências cabíveis”.
     Segundo Guizellini, “se o local de trabalho não apresentar iluminação adequada, as câmeras não estiverem ligadas ou funcionando a contento e o posto de gasolina não estiver cumprindo a lei do capacete, demonstrando, assim, desinteresse pela adoção de medidas protetivas, o empregador será responsabilizado pela negligência da empresa em providenciar a segurança do trabalhador em seu local de serviço, pois isso é um dever legal do empregador”.
     Para o sindicalista, “os dispositivos de segurança são importantes tanto para a proteção da integridade física dos trabalhadores como também para a proteção do patrimônio da própria empresa. Por isso, o próprio empresário do setor tem que ter interesse nesta questão” – frisa Guizellini.



Juiz de Fora
O presidente do SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini (o 2º da esquerda para a direita), ladeado por frentistas em um posto de gasolina recentemente assaltado. O sindicalista foi ao posto, localizado no bairro Bandeirantes, em Juiz de Fora, já no dia seguinte ao assalto, para orientar os frentistas sobre como proceder em caso de roubo.





FONTE: JORNAL  "O COMBATE" 

FIQUEM ATENTOS AO SEU SINDICATO !

Fiquem atentos ao seu sindicato !!!

Em entrevista a este jornal, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região – SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini, falou da necessidade de os trabalhadores estarem sempre antenados com o Sindicato da classe, acompanhando constantemente o trabalho da entidade na defesa dos interesses da categoria. “Os trabalhadores devem acompanhar a atuação do Sindicato lendo os jornais e boletins que sempre distribuímos para eles, acessando o site do jornal O COMBATE (www.ocombate.com.br) e o blog do SINTRAPOSTO-MG (sintrapostomg.blogspot.com), telefonando ou enviando e-mail para o Sindicato (3213-7565 e 3216-3181 e sintrapostomg@gmail.com) ou para o jornal O COMBATE (8845-2991 e ocombate.jm@gmail.com), ou indo à sede da entidade, na Rua Halfeld, nº 414, sala 609, Juiz de Fora, Centro” – informa o sindicalista.
     Em seguida, ele explica: “Fazendo isso, os trabalhadores ficam a par de seus direitos e das novidades, bem como das melhorias que o Sindicato frequentemente conquista para os integrantes da categoria profissional representada pela entidade”.
     Para Guizellini, “o trabalhador precisa estar ligado ao Sindicato em todos os momentos, mas principalmente quando é demitido ou pede demissão tendo menos de um ano de serviço, pois no momento do acerto rescisório ele corre o risco de ser prejudicado por algum empregador inescrupuloso, já que nesses casos não é obrigatória a assistência do Sindicato ou do Ministério do Trabalho para homologação da rescisão do contrato de trabalho”. Logo em seguida, o sindicalista ressalvou: “mas temos que reconhecer que isso, quando acontece, é exceção, e não regra, pois a maioria dos postos de gasolina da Cidade e da Região, pelo que sabemos, não costuma praticar tal abuso”.
     Segundo Guizellini, “é importante que quando for feita rescisão de contrato de trabalho com menos de um ano de serviço, o trabalhador se informe bastante no Sindicato, inclusive pedindo que seja conferido o cálculo das verbas rescisórias feito pela empresa, a fim de evitar sofrer prejuízos, pois um pouco de cautela não faz mal a ninguém”.
     Já em se tratando de rescisão de contrato de trabalho de empregado com mais de um ano de serviço, Guizellini ressalta que neste caso geralmente não acontece nenhum problema prejudicial ao trabalhador porque a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) obriga que a rescisão seja homologada no Sindicato, “e este, é claro, não deixa o trabalhador ser prejudicado” – frisa o sindicalista.
     De acordo com Guizellini, “o trabalhador deve sempre procurar orientação no Sindicato, para o seu próprio bem, pois assim ele conhecerá melhor seus direitos e saberá se defender melhor”.

FONTE: JORNAL "O COMBATE" 


COMEÇA A CAMPANHA SALARIAL !!!

Frentistas iniciam campanha salarial
Os representantes dos frentistas de Minas Gerais já estão prontos para a próxima negociação coletiva, que vai começar em novembro. Na foto, o presidente do SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini, e o advogado João Batista de Medeiros, integrante do Departamento Jurídico da entidade, participam da nona reunião da última negociação coletiva com o Sindicato patronal, na sede da Superintendência do Trabalho e Emprego de Minas Gerais, em Belo Horizonte, no dia 6 de fevereiro de 2014, quando, enfim, após nove rodadas de negociação, foi fechado o acordo que encerrou a campanha salarial de 2013. (Foto: Arquivo O Combate)

     O Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região – SINTRAPOSTO-MG (que representa os empregados dos postos de gasolina, lojas de conveniência, lava-rápidos, estacionamentos e garagens da Cidade e da Região) realizou Assembleia Geral Extraordinária no dia 30 de setembro, abrindo, assim, a campanha salarial da categoria, cuja data-base (ocasião de reajuste salarial e concessão de outros benefícios aos trabalhadores) é 1º de novembro.
     Durante a assembleia, os trabalhadores elaboraram, discutiram e aprovaram por unanimidade a pauta de reivindicações a ser negociada com o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais (MINASPETRO) e manifestaram total apoio à diretoria do Sindicato trabalhista na luta por melhorias salariais e melhores condições de vida e de trabalho para toda a categoria.
     O presidente do SINTRAPOSTO, Paulo Guizellini, dirigindo a assembleia, agradeceu a participação e o apoio dos presentes e ressaltou que “todos os companheiros trabalhadores, inclusive os que não puderam comparecer à assembleia, têm o dever de apoiar a direção deste Sindicato nesta hora difícil em que estamos abrindo a nossa campanha salarial de 2014 para iniciarmos brevemente novo processo de negociação com o Sindicato patronal objetivando a obtenção de um bom acordo salarial e outros benefícios para a importante classe profissional representada pelo SINTRAPOSTO”.
     Logo depois, Guizellini afirmou: “Nós, trabalhadores, como sempre, estamos esperando, mais uma vez, que o Sindicato patronal tenha bom-senso e sensibilidade na mesa de negociação para compreender o sofrimento da nossa categoria diante da defasagem salarial”.
     Em seguida, o sindicalista acrescentou: “Por isso, estamos aguardando a negociação coletiva para lutarmos na mesa de negociação a fim de conseguirmos um reajuste salarial capaz de eliminar as perdas salariais decorrentes da inflação e garantir um ganho real para aliviar um pouco o sofrimento da nossa laboriosa categoria profissional”.
     Guizellini explicou que o período de vigência da atual Convenção Coletiva de Trabalho da categoria é de dois anos, ou seja, entre 01/11/2013 e 31/10/2015, sendo que haverá nova negociação coletiva na próxima data-base (1º de novembro de 2014) para tratar apenas das cláusulas econômicas, a saber: 1) reajuste salarial; 2) reajuste da cesta básica de alimentos; e 3) fixação do novo valor da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) das empresas. 
     Guizellini informou que o SINTRAPOSTO, entretanto, incluiu um quarto item na pauta da próxima negociação coletiva: a adoção, pelas empresas, de medidas preventivas de segurança contra assaltos a postos de combustíveis na Região. Isso porque na resposta do MINASPETRO sobre o encontro quadrimestral realizado na sede do SINTRAPOSTO, em Juiz de Fora, no dia 13 de junho de 2014, quando o Sindicato trabalhista pediu a adoção de tais medidas, consta que o MINASPETRO aceitou incluir na negociação coletiva o compromisso de tratar deste assunto na próxima data-base.   
     Ao encerrar a assembleia, Guizellini salientou que o SINTRAPOSTO vai lutar também por um bom reajuste tanto no valor da cesta básica de alimentos quanto no valor da PLR.
     No dia 15 de outubro, o SINTRAPOSTO encaminhou ao MINASPETRO a pauta de reivindicações a ser negociada com aquela entidade, bem como um ofício pedindo a marcação de uma reunião para negociação das propostas dos trabalhadores contidas na referida minuta aprovada pela categoria.
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Empregado demitido no período de 30 dias antesda data-base tem direito a receber indenização
Em entrevista ao jornal “O Combate”, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região – SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini, afirmou que há direitos trabalhistas que, por não serem divulgados com muita frequência, não são do conhecimento de muitos trabalhadores.
     Segundo o sindicalista, um desses direitos, que muitos trabalhadores desconhecem, é a indenização adicional, equivalente a um salário mensal do empregado, no caso de dispensa sem justa causa no período de trinta dias que antecede a data de sua correção salarial (data-base da categoria).
     Qualquer empregado representado pelo SINTRAPOSTO-MG tem direito, portanto, a receber tal indenização se for demitido no período de 2 a 31 de outubro, já que a data-base da categoria é 1º de novembro, sendo que é contado o tempo do aviso prévio, mesmo indenizado, para efeito dessa indenização adicional. E se o empregado for demitido após esse período, ele tem direito a receber as diferenças salariais decorrentes do reajustamento coletivo dos salários da categoria. “Vale ressaltar que esses benefícios são destinados a todos os empregados demitidos sem justa causa, inclusive aqueles que têm menos de um ano de casa” – destaca Guizellini.


FONTE: JORNAL " O COMBATE"

SINTRAPOSTO DESTACA A IMPORTÂNCIA DA PRESENÇA DOS TRABALHADORES EM ASSEMBLEIAS!

SINTRAPOSTO destaca importância da presença dos trabalhadores nas assembleias da categorias
O presidente do SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini (o 1º à direita), considera muito importante a união constante entre os trabalhadores e a direção do Sindicato. Por isso, ele vai sempre aos postos de combustíveis para fortalecer essa união. (Foto: Arquivo O Combate)
Tendo em vista a aproximação da data-base dos empregados dos postos de combustíveis, lojas de conveniência, lava rápidos, estacionamentos e garagens de Minas Gerais, o Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região – SINTRAPOSTO-MG, que representa esses trabalhadores nesta Cidade e nesta Região, já está realizando articulações com vistas à campanha salarial da classe.
     Será realizada Assembleia Geral da categoria no dia 30 de setembro, às 17 horas, na sede do Sindicato (Rua Halfeld, 414, sala 609, Centro, Juiz de Fora), objetivando discutir, elaborar e votar a Pauta de Reivindicações a ser negociada pelo SINTRAPOSTO com o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais (MINASPETRO) por ocasião da data-base da classe, que é 1º de novembro. Assim, já vai começar a campanha salarial de 2014 dos frentistas de Minas Gerais.
     Em entrevista ao jornal “O Combate”, o presidente do SINTRAPOSTO, Paulo Guizellini, destacou a importância e a necessidade da presença dos trabalhadores nas assembleias que a entidade sempre realiza com a categoria, notadamente na época da data-base.
     Guizellini considera muito importante a união constante dos trabalhadores em torno da direção do Sindicato, participando ativamente da luta da entidade em todos os momentos, mas principalmente durante a campanha salarial da categoria. “Nesta hora tão importante, quando vamos iniciar o processo de negociação com o Sindicato patronal, buscando melhorias salariais e outros benefícios para a categoria profissional representada pelo SINTRAPOSTO, é claro que a presença dos companheiros trabalhadores nas assembleias do Sindicato é muito importante, extremamente necessária e indispensável. Afinal, o tão desejado fechamento de um bom acordo salarial depende fundamentalmente da mobilização dos trabalhadores, pois a força que a direção do SINTRAPOSTO precisa para conseguir fechar um bom acordo é justamente o apoio integral da categoria” – frisa o sindicalista.
     Em seguida, ele salienta: “Por isso, sempre que for convocado para participar de assembleia do Sindicato, o trabalhador não deve deixar de comparecer, pois a reunião sempre trata dos verdadeiros interesses da classe, que deve apresentar ideias e sugestões para serem aproveitadas e realizadas pela diretoria do Sindicato. Além disso, a presença numerosa de trabalhadores nas reuniões da categoria fortalece o Sindicato e abre as portas para o coroamento de êxito da campanha salarial da nossa classe”.
     Segundo Guizellini, “as portas do Sindicato estão sempre abertas para o trabalhador, que evidentemente tem todo o direito de procurar a sua entidade nas horas em que não estiver trabalhando. Mas quando convocado pelo Sindicato para participar de assembleia geral da categoria, o trabalhador tem o dever – e não apenas o direito – de atender à convocação, comparecendo à assembleia sem receio de ser impedido ou punido por seu patrão. Afinal, oSindicato é a categoria, que é formada pelos trabalhadores”.
     O sindicalista lembra que o patrão só pode impedir o empregado de ir ao Sindicato quando o trabalhador estiver em horário de serviço. “Fora isso, o direito de ir e vir assegurado a todos os cidadãos pela Constituição Federal garante ao trabalhador o direito de ir aonde quiser, inclusive à sede do Sindicato e principalmente às assembleias da categoria da qual é integrante” – enfatiza Guizellini.

FONTE: JORNAL "O COMBATE"

FRENTISTA NÃO PODE ENFRENTAR OU IDENTIFICAR BANDIDO!

Sindicalista diz que trabalhador não pode enfrentar ou identificar bandido.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região - SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini, afirmou que o Sindicato sempre orienta o trabalhador a não reagir a assalto e lembrou que a orientação da Polícia Militar nesses casos é exatamente esta. “O frentista deve sempre ser orientado a não reagir quando for abordado por ladrões, pois a reação a assalto é sempre muito perigosa. Além disso, o frentista não pode e não deve identificar bandido. Não faz parte das funções do frentista enfrentar ou identificar bandido, isso é função da Polícia” – salienta Guizellini.
Uma das medidas sugeridas pelo Sindicato é o fechamento dos postos de combustíveis após as 22 horas. “O trabalho noturno está muito perigoso nos postos de combustíveis, que são estabelecimentos completamente abertos e, portanto, mais vulneráveis, deixando os trabalhadores mais expostos aos riscos da calada da noite, que é o momento preferido pelos bandidos para a execução de seus crimes” – ressalta o sindicalista.
Guizellini sugere também a instalação de câmeras de vídeo em todos os cerca de 60 postos de combustíveis existentes na Cidade, destacando que “isso é outra forma de intimidar os assaltantes, pois ajuda a Polícia a colher provas que podem ser importantíssimas na apuração do crime, como, por exemplo, a própria identificação dos criminosos, mas é lógico que as câmeras têm de estar sempre ligadas e funcionando a contento, o que infelizmente não tem acontecido em muitos postos de gasolina”.

FONTE: JORNAL "O COMBATE"



NÚMERO DE ASSALTOS A POSTOS DE GASOLINA AUMENTOU !

Número de assaltos a postos de gasolina já dobrou e só vai aumentando. Cadê as autoridades?
E cadê o MINASPETRO com as medidas de segurança que são da competência da classe patronal?
Dados da Polícia Militar mostram que aumentou assustadoramente o número de assaltos a postos de combustíveis em Juiz de Fora. No período de janeiro a agosto do ano passado, foram registrados 29 assaltos a esses estabelecimentos, enquanto no mesmo período de 2014 foram registrados 59 casos. Assim, só nos oito primeiros meses deste ano o número de ocorrências mais que dobrou.
Ao longo de todo o ano de 2013 foram registrados 42 assaltos a postos de gasolina na Cidade. Em 2014, apenas no período de janeiro a abril, foram registrados 32 casos. Isso significa que só nos quatro primeiros meses de 2014 o número de ocorrências já chegava a quase 80% do total registrado durante todo o ano passado. E como continuam a acontecer muitos assaltos a postos, não se tem nem ideia de qual será o total de ocorrências desse tipo ao final de 2014.
 Por isso, cabe perguntar: Cadê as autoridades responsáveis pela segurança pública? A segurança pública não é obrigação do Estado? Então, as autoridades têm que encontrar uma solução para esse grave problema. Esses assaltos têm que ser contidos. O número de roubos tem que, pelo menos, diminuir. AUMENTAR, JAMAIS! Mas desgraçadamente está aumentando cada vez mais. A bandidagem, com sua ousadia e seu atrevimento, está a desafiar a competência e a inteligência das autoridades responsáveis pela segurança pública. Isso não pode continuar. As autoridades têm de tomar alguma providência capaz de conter essa onda assustadora de assaltos. Com a palavra as autoridades responsáveis pela segurança pública de Minas Gerais.
 Cabe perguntar também: E AS MEDIDAS DE SEGURANÇA A CARGO DA CLASSE PATRONAL? O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais (MINASPETRO) não vai tomar nenhuma providência? O número elevado de sucessivos assaltos a mão armada a postos de combustíveis está a exigir urgentemente da classe patronal a imediata adoção de medidas protetivas que assegurem pelo menos um mínimo de segurança para os trabalhadores que prestam serviços nesses estabelecimentos. Afinal, tais medidas preventivas de segurança são da competência da classe patronal. Com a palavra, portanto, o Sindicato patronal (MINASPETRO).
 Roubos constantes põem em risco a vida dos trabalhadores e clientes dos postos

Em entrevista ao jornal “O Combate”, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região - SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini, disse que o Sindicato dos trabalhadores já fez e continua fazendo a sua parte. “Já promovemos diversas reuniões com o Sindicato patronal e com representantes da Polícia Militar, Polícia Civil e até da Polícia Rodoviária Federal para abordagem do assunto, na sede da Gerência Regional do Trabalho e Emprego em Juiz de Fora e na Câmara Municipal desta Cidade. Já conseguimos até uma lei que proíbe o uso de capacete nos postos de combustíveis de Juiz de Fora para inibir assaltos a esses estabelecimentos. Infelizmente, porém, muitos postos ainda não estão cumprindo essa lei. Já elaboramos e encaminhamos ao Sindicato patronal uma minuta propondo a adoção de várias medidas preventivas de segurança. Agora mesmo, inclusive, no encontro quadrimestral que tivemos com o MINASPETRO, no dia 13 de junho, voltamos a propor medidas de segurança contra os assaltos que vêm aterrorizando os postos de combustíveis de Juiz de Fora, mas a resposta do Sindicato patronal mais uma vez foi negativa. Pelo visto, todo o nosso esforço no combate a esses crimes está sendo em vão, já que a onda de ocorrências desse tipo tem sido terrível e assustadora, sendo que o número de assaltos a postos em Juiz de Fora só vai crescendo, e de maneira alarmante” – afirma o sindicalista.
Para Guizellini, “esses dados são altamente preocupantes, pois se a escalada da violência contra frentistas continuar nesse ritmo acelerado e alarmante, teremos no final deste ano um horroroso crescimento no índice de assaltos a postos de combustíveis”. Para o sindicalista, “o pior é que esses dados mostram apenas as ocorrências registradas, mas a verdade é que acontecem outros assaltos que não são registrados porque nem sempre a Polícia é chamada para registrar a ocorrência”.
Guizellini se mostrou muito preocupado com a integridade física de todos os frentistas, mas principalmente daqueles que trabalham à noite, quando os assaltos são mais frequentes. “É enorme a minha preocupação com a ocorrência desse grande número de assaltos a postos de gasolina na Cidade, pois esses constantes roubos a mão armada estão pondo em risco a saúde e a vida dos trabalhadores, bem como dos transeuntes e clientes dos postos” – assinalou o sindicalista.
Ele salienta que “evidentemente os mais atingidos pelos assaltos são os frentistas, pois correm risco de perder a saúde física e mental, sofrendo agressões físicas e transtornos psíquicos, podendo perder até a vida, enquanto os donos de postos perdem apenas bens materiais, porque eles não estão lá, na linha de frente, para enfrentar os bandidos”.
Frentista pode receber indenização por causa de assalto
O sindicalista ressalta que os casos de transtornos psíquicos ou agressões físicas a frentistas, em decorrência de assalto, ficando comprovado o nexo causal, são considerados acidentes de trabalho, sendo obrigatória a emissão de CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho).
Guizellini lembra que “o posto de combustíveis não pode descontar do salário do frentista o valor do prejuízo causado à empresa pelo assaltante, pois a legislação vigente diz que o risco do empreendimento é do empregador. E dependendo do caso, o frentista pode até ter direito a receber indenização por danos morais e materiais em consequência de assalto”. Por isso, ele sugere a todos os frentistas assaltados no local de trabalho que se dirijam ao Sindicato, na Rua Halfeld, nº 414, sala 609, para a tomada de providências cabíveis.
Frentistas estão até pedindo demissão. E só não houve ainda morte de frentista em assalto por questão de muita sorte
Segundo Guizellini, “enquanto o Sindicato patronal e as instituições responsáveis pela segurança pública não tomarem medidas concretas e eficazes para conter essa onda de assaltos, a integridade física dos frentistas, transeuntes e clientes dessas empresas vai continuar desgraçadamente ameaçada”.
sindicalista ressaltou que “a insegurança nos postos de gasolina, principalmente à noite, por causa da onda de assaltos, tornou-se tão grande que alguns frentistas estão até pedindo demissão do emprego, com receio de serem vítimas de um mal maior, pois só não houve ainda morte de frentista em assalto a posto porque eles ainda estão tendo muita sorte, apesar de tudo”. Em seguida, Guizellini alertou: “Mas se os donos de postos de combustíveis e as autoridades responsáveis pela segurança pública não tomarem urgentemente providências capazes de conter essa onda de assaltos, daqui a pouco vamos começar a ver isso no noticiário local, desgraçadamente, porque os frentistas estão constantemente em perigo, correndo sério risco de morte por causa do aumento vertiginoso do número de assaltos a postos de gasolina”.
Por isso, o sindicalista considera extremamente importante a realização de um trabalho de parceria entre as autoridades, como a Polícia Militar, por exemplo, e os Sindicatos (o trabalhista e o patronal), com o propósito de evitar que novos assaltos aterrorizem os trabalhadores e prejudiquem os postos de combustíveis.
Pedindo providências à classe patronal e às instituições responsáveis pela segurança pública, Guizellini reafirmou a necessidade da adoção urgente de uma série de medidas eficientes e eficazes para inibir a ação de bandidos e potencializar a segurança nos postos de gasolina da Cidade.


FONTE: JORNAL "O COMBATE"




























sexta-feira, 27 de junho de 2014

SINDICATO LUTA POR REPOSIÇÃO DE PERDAS

Guizellini: “SINTRAPOSTO cumpre o seu dever de lutar por reposição de perdas”
Juiz de Fora     Em entrevista ao jornal “O Combate”, o presidente do SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini, informou que a entidade resolveu pedir ao Sindicato patronal a concessão de antecipação de reajuste salarial para os empregados dos postos de combustíveis por causa das perdas salariais decorrentes da inflação. “Vale lembrar que a inflação acumulada desde 1º de novembro de 2013, quando houve o último reajuste salarial da categoria, chegou perto de 5% em 31 de maio de 2014. Com isso, a categoria teve perda salarial causada pela inflação acumulada neste ano e nos dois últimos meses do ano passado. Aliás, quase todas as categorias tiveram perda salarial em virtude da inflação acumulada neste ano. Não sabemos de quanto foi a perda salarial das outras categorias, mas no nosso caso a perda salarial decorrente da inflação foi considerável. Por esta razão, é necessário fazer uma reposição salarial para recompor os salários corroídos pela inflação. Aliás, a mesma coisa acontece com o valor da cesta básica de alimentos, que também precisa de reajuste para recompor o seu poder aquisitivo" - assinala o sindicalista.
     Segundo Guizellini, "sempre que ocorre perda salarial, há um clamor dos trabalhadores no sentido de que seus salários sejam reajustados para reposição das perdas. Por isso, o Sindicato está cumprindo o seu dever de lutar por isso ao encaminhar os pedidos dos trabalhadores ao Sindicato patronal, que precisa se sensibilizar para as necessidades dos trabalhadores e atender ao que eles estão reivindicando".
     Guizellini acha que "o governo deveria estudar a possibilidade de fazer o índice inflacionário ser aplicado automaticamente aos salários, deixando que os Sindicatos lutem apenas por ganho real e não por mera reposição de perdas salariais".
     Mas já que esta reposição automática não existe, o SINTRAPOSTO-MG quer que o MINASPETRO conceda aos empregados dos postos de combustíveis, cuja data-base (ocasião de reajuste salarial e renovação da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria) é 1º de novembro, uma antecipação de reajuste nos salários e no valor da cesta básica de alimentos, para reposição das perdas provocadas pela inflação.


FONTE : JORNAL O COMBATE